quarta-feira, 17 de maio de 2023

Nuvem de palavras

Leia mais sobre como reconhecer uma Fake News no Infográfico do IFSP-SP Birigui: https://bri.ifsp.edu.br/index.php/o-que-e-rss/68-informativos/1790-infografico-fake-news



Disponível em: <https://www.researchgate.net/figure/Figura-1-Nuvem-de-palavras-mais-citadas-em-fake-news-audiovisuais-neste-estudo_fig1_363912858>.

Infográfico




 Infográfico elaborado com base nas informações disponíveis em: https://gralhaconfere.tre-pr.jus.br/index.php/2022/07/18/como-nascem-as-fake-news/#:~:text=Os%20conte%C3%BAdos%20falsos%20viralizam%20dentro,da%20sociedade%20para%20determinadas%20pautas.

Como identificar notícias falsas?

                                            Imagem do Canva
 

A identificação de notícias falsas, também conhecidas como "fake news", pode ser um desafio, mas existem algumas estratégias que você pode adotar para ajudar a avaliar a veracidade das informações. Aqui estão algumas dicas:

  1. Verifique a fonte: Sempre verifique a fonte da notícia. Analise se é uma fonte confiável e reconhecida. Preste atenção em sites desconhecidos, blogs pessoais sem credibilidade ou fontes que você nunca ouviu falar antes.

  2. Leia além do título: Muitas vezes, os títulos das notícias podem ser enganosos ou sensacionalistas. Leia a notícia completa antes de tirar conclusões. Verifique se o conteúdo do artigo apoia as alegações feitas no título.

  3. Confira em várias fontes: Procure a mesma notícia em várias fontes confiáveis para obter diferentes perspectivas e verificar se há consistência nos relatos. Se apenas um veículo estiver relatando a notícia, especialmente se for uma notícia importante, isso pode ser um sinal de alerta.

  4. Avalie o tom da notícia: Notícias falsas podem ser escritas com um viés extremo, usando linguagem emocionalmente carregada ou provocativa. Esteja atento a palavras ou frases que buscam manipular sua opinião em vez de fornecer informações objetivas.

  5. Verifique a data: Muitas vezes, notícias falsas são antigas e estão sendo recicladas como se fossem recentes. Verifique a data da publicação para garantir que a informação seja relevante e atual.

  6. Considere o contexto: Entenda o contexto em torno da notícia. Procure informações adicionais que possam apoiar ou contradizer a história. Fatos isolados, sem contexto adequado, podem ser enganosos.

  7. Verifique as citações e fontes: Se uma notícia incluir citações ou informações de especialistas, verifique se essas fontes são reais e se estão sendo citadas corretamente. Se possível, verifique a credibilidade dessas fontes.

  8. Fique atento a erros e inconsistências: Notícias falsas podem conter erros gramaticais, ortográficos ou de formatação. Fique atento a esses detalhes, pois podem indicar uma fonte não confiável.

  9. Use verificadores de fatos: Existem organizações e sites especializados em verificação de fatos que podem ajudar a identificar notícias falsas. Alguns exemplos são o Snopes, Politifact e Agência Lupa. Verifique se eles já desmentiram a notícia que você está lendo.

  10. Confie no seu instinto: Se algo parece duvidoso ou muito incrível para ser verdade, é importante confiar em seu instinto e fazer uma pesquisa adicional antes de acreditar e compartilhar a notícia.

Lembre-se de que a disseminação de notícias falsas pode causar danos e confusão. Sempre verifique cuidadosamente as informações antes de compartilhá-las com outras pessoas.

Texto produzido com a ferramenta ChatGPT em 17 de maio de 2023.


Assista ao vídeo a seguir com orientações para identificar uma notícia falsa:



segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Poesia Visual - 8o Ano - Parabéns!!!!!!

Belos trabalhos realizados pelos alunos dos 8os Anos.

É incrível ver como a insegurança logo dá lugar a lindas criações.

Como é bom aprender a expressar sentimentos de formas diferentes.










terça-feira, 29 de maio de 2012

Atividade do dia 29/05/2012

Alunos do 6o ano, da EEB Professora Nicolina Tancredo,
no laboratório de informática, 
digitando seus textos sobre o poema 
"Bolhas", de Cecília Meireles






Veja as atividades realizadas pelos alunos do 6o ano, da EEB Professora Nicolina Tancredo, a respeito do poema "Bolhas", de Cecília Meireles, durante as aulas de Língua Portuguesa:

Minhas Palavras Sapecas
Minhas Palavras e Palavrinhas
Escrevo para Ler
Ler para Compreender
Tarefas Escritas
Sei e Posso Fazer 

22/05/2012 Poema e Hiperlink


BOLHAS

Olha a bolha d’água
No galho!
Olha o orvalho!

Olha a bolha de vinho
na rolha!
Olha a bolha!

Olha a bolha na mão
que trabalha!

na ponta da palha:
brilha, espelha
e se espalha.
Olha a bolha!

Olha a bolha
que molha
a mão do menino:

A bolha da chuva na calha!
MEIRELES, Cecília. Obra poética. Rio de Janeiro: Aguilar, 1983.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Poema de Cecília Meireles

BOLHAS
Cecília Meireles

Olha a bolha d’água
No galho!
Olha o orvalho!

Olha a bolha de vinho
na rolha!
Olha a bolha!

Olha a bolha na mão
que trabalha!

Olha a bolha de sabão
na ponta da palha:
brilha, espelha
e se espalha.
Olha a bolha!

Olha a bolha
que molha
a mão do menino:

A bolha da chuva na calha!
MEIRELES, Cecília. Obra poética. Rio de Janeiro: Aguilar, 1983.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Severino Reis - Poema para refletir

Nesse pedaço de terra e mar chegaram os homens,

vindos de lá portugueses, franceses, espanhóis,

holandeses...

Os índios não aguardavam do lado de cá

Os negros, estes jamais quiseram chegar

A mistura se fez

Se fez como vatapá, cururu, acaçá

Se fez com pimenta-malagueta, azeite-de-dendê

Se fez com todos os santos e orixás

Se fez no vento, na praia, no mar

Se fez entre branco e índio, mameluco e negro

Entre cafuzo e branco, branco e negro...


(Severino Reis. Revista de arte dendê, n.11. Salvador, 2000.)

Poema para refletir

Nesse pedaço de terra e mar chegaram os homens,

vindos de lá portugueses, franceses, espanhóis,

holandeses...

Os índios não aguardavam do lado de cá

Os negros, estes jamais quiseram chegar

A mistura se fez

Se fez como vatapá, cururu, acaçá

Se fez com pimenta-malagueta, azeite-de-dendê

Se fez com todos os santos e orixás

Se fez no vento, na praia, no mar

Se fez entre branco e índio, mameluco e negro

Entre cafuzo e branco, branco e negro...


(Severino Reis. Revista de arte dendê, n.11. Salvador, 2000.)

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Olimpíada de Língua Portuguesa

A aluna Ilza sentiu-se inspirada com a "Última crônica", de Fernado Sabino e produziu o texto abaixo:

Te amo, mana

Sentada, esperando que realmente acontecesse algo que eu pudesse escrever aqui, algo que no mínimo eu pudesse dizer que aconteceu. Escutando meu CD preferido, que tantas vezes já escutei, comecei a chorar.
Era um choro de raiva, raiva por não ter nada para contar. Vasculhei a mente em busca de algo, depois de tanto tempo pensando, me veio a recordação do começo da manhã.
Enquanto o celular despertava marcando 7:30 da manhã, eu me levantei, como de costume troquei de roupa, fui ao banheiro. Quando cheguei ao quarto de meus pais, meu irmão estava lá assistindo desenho, todos já haviam ido trabalhar, só estávamos eu e ele. Deitei na cama e falei para ele que hoje iria ficar na casa de seu amiguinho, ele se virou para mim e, do nada, pulou em cima de mim, me abraçou e me deu um beijo no rosto.
Depois saiu de meu abraço apertado e, quando olhei para ele, ele estava chorando.
Assim termino, deixando escrita a lembrança, não mais verdadeira que a abraço e o beijo de meu irmão.

Ilza Gabriela Folster

Olimpíada de Língua Portuguesa - A Crônica

Entre tapas e beijos


Se a crônica é o retrato da realidade, a realidade de um professor está entre livros, quadro, giz e ... alunos. Alunos e suas gracinhas corriqueiras. Todo mundo sabe que em qualquer sala de aula que “se preze” tem aquele aluno show buscando a luz de um holofote. O danado fica vermelho de tanto rir mas nunca por vergonha. Colocar uma figurinha dessas em saia justa adoça a vida de qualquer um.
Certa manhã, foi mais ou menos isso que aconteceu numa turma de 8ª série, sala cheia, alunos em torno de 14 anos, sentados em duplas. Início de aula. Devolução de avaliações realizadas em duplas. Mais uma vez, vários alunos colocaram seus nomes sem sobrenome e lado a lado com o do outro colega: “Joaquim e Roberto”, “Elizabete e Eloísa”. Cansada de explicar a importância de assinar os nomes completos em documentos e em linhas separadas, apelei para a ironia.
“Agora temos vários casais na sala. Só faltam os coraçõezinhos”. E comecei a falar em tom bem humorado os nomes das duplas que haviam assinado de modo errado. Rimos um pouco. Encaminhei as atividades. Alguns minutos depois, a sala em silêncio, e um aluno sai com esta:
“Ai! Machucou.”
“Ah, até parece.” – disse o outro (aquele do holofote).
“Doeu, sim!”
“Tá sangrando” – brincou alguém.
Não pude perdoar essa deixa:
“Que foi isso, pessoal?”
“Levei uma reguada, professora.”
“Ah, pensei que fosse arranhão. Pois é, o próximo passo de vocês vai ser fazer trabalho em dupla e assinar ‘fulano’ e ‘cicrano’ – devolvi.
“E eles vão colocar o coraçãozinho ao redor, professora” – emendou um engraçadinho.
Então as risadas foram gerais. Os dois continuaram discutindo a “relação”, tentando resolver questões de “ciúme”, segundo informações “quentíssimas” de um colega. Para finalizar a brincadeira, prometi, desejando que a turma entendesse melhor o texto crônica, foco da Olimpíada de Língua Portuguesa, elaborar uma em “homenagem ao casal”. Com a notícia, os dois alunos ficaram preocupados e ao mesmo tempo não acreditaram que eu estivesse falando a verdade. Mas aqui está minha homenagem.
Sei que os garotos mereciam texto melhor, principalmente, porque o “amor” deve ser valorizado em sua essência mais pura, mas em tão pouco tempo e sem “inspiração” isto foi o melhor que pude fazer. Valeu a brincadeira e o clima amistoso da turma que há tanto tempo eu não via. Desejo que ele continue assim.

Simone Constante Flores

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Análise de Notícia de Jornal


No mês de abril lemos muitas notícias de jornal com o intuito de compreender sua estrutura. Uma das atividades realizadas foi a leitura do "Poema tirado de uma notícia de jornal", de Manuel Bandeira.

Poema Tirado de uma Notícia de Jornal

João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número
Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu
Cantou
Dançou
Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.


Os alunos buscaram no poema os elementos: o quê? quando? como? onde? por quê? com quem?

Diante das dificuldades da turma para abstrair informções referentes a um lugar que não conheciam, levei-os a consultar a internet em busca de imagens da lagoa Rodrigo de Freitas e Morro da Babilônia.

Após essa pesquisa, os alunos elaboraram uma sequência de desenhos representando os acontecimentos narrados no poema.

Em seguida, transformaram o poema novamente em notícia, acrescentando os elementos e informações que julgassem necessários.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Oficina de Avaliação 2 - 01/12/2009


Este encontro também foi dedicado à avaliação do programa. No encontro anterior, quatro cursistas já haviam apresentado seus projetos. Neste encontro, as duas últimas cursistas apresentaram seus trabalhos: Dulceia Veiga – A charge como material de produção textual; Giana Clamer Fonseca – Lendas e mitos: desbravando os vampiros. Os critérios de apresentação foram os mesmos do encontro anterior.
Para finalizar, fizemos uma avaliação geral do curso e do posicionamento de cada um. Foi importantíssimo o relacionamento que se estabeleceu nesses meses de convívio assíduo. Passamos por um período de trocas de experiências e de aprofundamento de estudos, em que tivemos muito respeito pela figura humana e profissional uns dos outros.Encerramos nosso encontro com uma pequena confraternização, com salgadinhos, refrigerantes e uma carinhosa troca de presentes.

Oficina de Avaliação 1 - 24/11/2009




O encontro foi dedicado à avaliação do programa. Em encontro anterior, os cursistas já haviam avaliado o curso Gestar II por escrito. Neste encontro, eles realizaram comentários sobre o curso e, em seguida iniciaram a apresentação de seus projetos.
Os professores comentaram o que os motivou para a escolha do tema e as dificuldades encontradas para elaborar o projeto. Outra dificuldade encontrada foi a falta de tempo para se dedicarem à elaboração do trabalho. Eles precisaram se organizar entre as aulas ministradas, planejamento, leitura e estudo das TPs, exigências de tarefas específicas das escolas e o calendário escolar (com feiras, datas cívicas e comemorativas, fechamento de bimestres).
Além disso, eles apresentaram os objetivos pretendidos e o passo a passo da aplicação de atividades.
Felizmente, todos os cursistas conseguiram realizar com sucesso seus projetos e os temas foram bastante interessantes.
Neste encontro, houve tempo de quatro cursistas apresentarem seus projetos: Lilian Coelho Pires – O ensino da redação: tipologia textual – narração, descrição e dissertação; Elizete Soares Geraldi – Livro: uma viagem que instiga, seduz e ensina; Carla Zampieri – Navegando pelos diários; João Batista de Souza – Humor através das placas.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Oficina 12 - 03/11/2009






O encontro iniciou-se com a discussão das unidades 7 e 8 do TP2. Foram revistos aspectos relacionados à sistematização das informações essenciais relacionadas a arte e linguagem figurada.
Em seguida os cursistas realizaram seus relatos de experiências, com as atividades dos “Avançando na prática”.
O próximo passo foi a realização da oficina 12, da página 153: desenvolver a leitura e a interpretação de texto nos cursistas.
Em duplas, os cursistas foram solicitados a fazer a interpretação da charge (desenho humorístico) de Quino (além de relacioná-la ao texto “Negrinha”, de Monteiro Lobato) e estabelecer relação com a figura de linguagem ‘ironia’.
Os professores responderam as questões encontradas no TP2 em duplas e apresentaram as respostas para o grupo, então, em conjunto, escolheram as melhores para colocar em um cartaz.
Depois dessa etapa, os cursistas fizeram um bilhete dirigido ao patrão, comentando sua atitude em relação ao empregado (argumentação contra ou comentário irônico – observando que deveria ser um texto curto).
Na sequência, foi realizada avaliação das etapas de trabalho até a oficina. Além disso, por ser esta a última oficina de atividades com TP, os cursistas foram convidados a realizar uma avaliação do curso por meio de questionário.
O encontro foi finalizado com as orientações para a entrega dos projetos (na próxima terça-feira) e para a primeira oficina de avaliação.




Oficina Livre 4 - 27/10/2009

A Oficina Livre 4 foi dividida em duas partes principais.
A primeira foi a apresentação parcial das propostas de trabalho dos projetos. Os cursistas ainda tinham algumas dúvidas para finalizar seus trabalhos e procuraram tirá-las com a formadora e com os colegas.
Foi promovida uma espécie de seminário, em que os trabalhos foram lidos e, simultaneamente, comentados, recebendo sugestões da formadora e dos cursistas.
Na segunda parte da oficina, solicitou-se aos cursistas que, com base nos conteúdos trabalhados nos TPs durante o ano e na forma de abordagem, elaborassem uma “listagem” comentada, indicando do que alunos de uma turma de 5ª série deveriam se apropriar ao longo do ano letivo, o que deveria ser ressaltado (leitura/escrita/oralidade/gramática), como e em que quantidade.
Na sequência, as duplas apresentaram suas produções para o grupo.
O encontro foi finalizado com a avaliação da oficina e orientação para o próximo encontro.

Visita - 20/10/2009



Neste dia visitei a EEB Professora Nicolina Tancredo e assisti a uma aula da professora Dulceia Veiga, em uma turma de 6a série.
Em aulas anteriores, os alunos haviam elaborado descrições de animais de estimação. A proposta foi semelhante a do TP2, explorando os conceitos de frase, oração e período.
Na aula de reestruração, dois textos foram escolhidos para resolver problemas como repetição de palavras, adequação vocabular, união de frases com mesmo conteúdo em um único período.
Os alunos receberam cópias digitadas dos textos a serem analisados, foram solicitados a fazer leitura prévia dos textos e realizar as mudanças que julgassem necessárias. Na sequência os textos, um de cada vez, foram transcritos para o quadro e os alunos, coletivamente, fizeram as sugestões de mudança para o texto.
A atividade foi bastante produtiva e os alunos participaram ativamente, apontando soluções para melhoria do texto.




Oficina 11 - 20/10/2009



O encontro foi iniciado com a discussão das unidades 5 e 6 do TP2. Comentamos e comparamos gramática interna, descritiva, normativa; foi estabelecida uma interessante discussão sobre o ensino de gramática.
Comentamos a abordagem do TP2 com relação a frase e sua organização.
Em seguida foram realizados os relatos de experiências: “Avançando na prática”.
Foram utilizados textos de alunos para exemplificar melhor a tarefa de reestruturação textual (que havia ficado pendente no último encontro).
Foi realizada a oficina da página 149: proposta de atividade de leitura e produção de textos.
Solicitou-se aos cursistas o planejamento de atividades:
1- interpretação de texto;
2- produção de textos;
3- análise linguística relacionada ao conteúdo estudado no TP2.
Para finalizar o encontro, realizou-se a avaliação das etapas de trabalho até a oficina e a orientação para o próximo encontro.

Os alunos produziram a revista Zé Mirandinha,
com diferentes tipos de textos.